Eduardo Bolsonaro, ex-deputado pelo PL de São Paulo, afirmou à TV que avalia obter um passaporte de apátrida para permanecer nos Estados Unidos após a cassação do mandato. Ele está no Texas desde fevereiro e concedeu a entrevista no fim de semana passado.
Segundo o ex-parlamentar, há risco de perder o passaporte brasileiro comum, o que não o impediria de buscar outras formas de viagem. Ele afirmou que existe ordem para impedir a emissão de passaporte comum a seu nome.
Ele alegou que a restrição tem relação com uma suposta ofensiva do ministro Alexandre de Moraes, do STF, e afirmou que, caso confirmada, poderá devolver o passaporte diplomático. Eduardo já sinalizou considerar opções alternativas.
Situação da cassação e efeitos
Mesmo sem o mandato, Eduardo disse que continuará atuando politicamente no exterior, contribuindo com a pré-campanha do irmão, o senador Flávio Bolsonaro. Ele mencionou contatos internacionais, incluindo Estados Unidos e países do Oriente Médio.
Segundo dados da Câmara, o passaporte diplomático da família, emitido em 2023, deixou de valer após a cassação. A Mesa Diretora formalizou a cassação de Eduardo e de Alexandre Ramagem, por motivos distintos, com publicações no Diário da Câmara.
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