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Lula afirma ter mandado CGU demitir servidor que agrediu mulher e criança no DF

Lula determina expulsão de servidor da CGU por agressão a mulher e filho; dispensa de cargo de chefia já publicada, expulsão depende de publicação

Presidente Lula discursa na abertura da COP30 em Belém
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a abertura de processo administrativo e a expulsão de um servidor da CGU envolvido em uma agressão contra uma mulher e o filho menor de idade no Distrito Federal. A apuração já foi iniciada pela Controladoria-Geral da União (CGU), que afastou o servidor e proibiu o ingresso em unidades do órgão durante a investigação.

Lula declarou, em publicação no X, que a agressão é inaceitável e pediu responsabilização firme. O ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, confirmou o início da apuração disciplinar, com a revogação de uma função de chefia e a restrição de acesso às dependências da instituição.

A CGU informou que a agressão não configura desentendimento ou conflito privado e que representa violação da lei e da dignidade humana. O caso também será analisado pela esfera criminal, conforme afirmou o ministro. O Diário Oficial registrou a dispensa do cargo de chefia do servidor, cuja expulsão depende de nova análise e só terá validade após publicação.

Medidas administrativas e contexto institucional

O servidor, identificado como David Cosac Junior, atua na Divisão de Engenharia de Dados da CGU desde 2007. Em 2016 passou a ocupar o cargo de auditor federal de finanças e controle, com salário referente a R$ 33.086, conforme dados oficiais. A CGU reafirma compromisso com direitos humanos, ética e integridade no serviço público, conforme nota oficial.

Combate à violência contra a mulher

Em pronunciamento recente, Lula voltou a destacar a violência contra mulheres como prioridade de governo, anunciando um esforço nacional com ministérios, instituições e sociedade. A fala ocorreu num contexto de mobilização para ampliar ações de prevenção e proteção às vítimas.

Panorama nacional

Dados do Sinesp apontam mais de mil casos de feminicídio no Brasil em 2024, com violências associadas a relacionamentos ou familiares. Autoridades ressaltam a importância de denúncias, por meio do 190, 180 ou 100, para interromper situações de risco.

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