A ex-primeira-dama Kim Keon-hee é acusada de receber propina e intervir em decisões de Estado em troca de valores e dinheiro, segundo o ministério público. A investigação especial, encerrada no fim de semana, ocorre em meio a um rastro de escândalos envolvendo o casal Yoon Suk Yeol, incluindo tentativas de imposição de lei marcial no ano anterior.
Os procuradores afirmam que Kim utilizou o status de esposa do presidente para influenciar nomeações e decisões públicas. Ela está detida e responde a crimes de recebimento de propina por mediação e outras acusações. Não houve afirmação de culpa por parte da defesa, que nega irregularidades.
Investigação e colaboração com a Igreja da Unificação
A Procuradoria também indica que a Igreja da Unificação teria oferecido presentes valorizados, como bolsas Chanel e um colar de diamante, a Kim, em iniciativa de ganhar influência. O líder da igreja, Han Hak-ja, está sendo julgado por envolvimento, embora tenha negado orientar a instituição a subornar Kim.
Kim negou irregularidades e pediu desculpas públicas durante audiência, afirmando ter causado preocupações. A decisão de segunda instância sobre o caso de Kim está prevista para 28 de janeiro.
Perspectiva judicial e desdobramentos do caso Yoon
O ex-presidente Yoon Suk Yeol é alvo de processo por suposto planejamento de insurreição, com pena potencial de prisão vitalícia ou pena de morte. Ele nega as acusações. A decisão de primeira instância para Yoon deve sair no início de 2026.
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