O governo foi alertado de que precisa reconquistar a ligação emocional com os eleitores. Morgan McSweeney, chefe de gabinete de Keir Starmer, apresentou a necessidade de emoção, empatia e evidências para reconquistar confiança.
Segundo relatos, o primeiro-ministro pediu aos ministros que não se deixem levar por pesquisas desfavoráveis e se preparem para enfrentar o Reform UK de Nigel Farage. A reunião ocorreu em meio a críticas internas.
McSweeney teria destacado um déficit emocional e a urgência de conectar-se com a população. Um assessor de No. 10 negou que o termo tenha sido usado, mas reconheceu a preocupação com a popularidade.
Contexto de cenário eleitoral
Os ministros discutiram a comunicação com o eleitorado, com o governo buscando foco persistente no custo de vida. A pesquisa mais recente mostrou o Conservative à frente do Labour, com Reform em posição destacada.
Starmer enfatizou que manter o foco na mesa de custo de vida pode favorecer o Labour, enquanto o plano de Ano Novo do premiê esbarra em questões externas, como a atuação de Donald Trump na Venezuela.
Starmer também viajou a Paris para tratar da Ucrânia; antes, esteve em Reading para abordar tarifas de ônibus e trem. O objetivo é manter a agenda doméstica em evidência.
Estratégias e lideranças
A nova vice-líder do Labour, Lucy Powell, participou do gabinete e destacou a transição para um modelo de incumbência, visando apoiar MPs e reforçar liderança comunitária. Powell informou sobre treinamentos para expor conquistas locais.
Powell também comunicou a necessidade de reduzir disputas internas e de ampliar a comunicação sobre realizações do governo, incluindo tarifas de trem congeladas e programas de apoio a comunidades.
A análise de cenário aponta que a direção trabalhista acompanha exemplos de governações socialistas de Oslo, Ottawa e outros, que cresceram ao enfatizar custo de vida e políticas de recuperação econômica.
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