O sindicato NASUWT pediu ao governo do Reino Unido que proíba o acesso de menores de 16 anos às redes sociais, fortalecendo a legislação para que as empresas de tecnologia enfrentem sanções. A proposta parte de preocupações com a saúde mental e a concentração de crianças.
A discussão sobre segurança online ganhou fôlego após o uso da ferramenta Grok AI, de Elon Musk, ter removido digitalmente roupas de mulheres e crianças. O tema volta ao debate público neste mês, ampliando o apelo por medidas mais firmes.
A NASUWT citou avanços em outros países, como a Austrália, que colocou em vigor uma proibição para menores de 16 anos. Ainda não há dados conclusivos sobre a eficácia. O sindicato afirma haver evidências de impactos negativos na escola e na saúde mental, com exposição a conteúdos violentos e sexualmente explícitos.
O secretário-geral do sindicato, Matt Wrack, afirmou que professores lidam diariamente com as consequências de um ambiente virtual nem adequado para crianças. Segundo ele, empresas de redes sociais tendem a agir apenas quando pressionadas por políticas públicas.
A NASUWT reiterou a necessidade de proteger crianças, a saúde mental e reduzir a crise de comportamento em escolas, defendendo a adoção urgente de uma proibição legal para menores de 16 anos.
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