As Liberais Sêniores pedem que colegas votem contra o projeto do Labor, apresentado de forma acelerada, após o ataque terrorista em Bondi. A oposição afirma que a lei, que trata de discurso de ódio e proteção religiosa, precisa de mais debate antes de avançar. A pressão acontece mesmo com Sussan Ley cobrando ação legislativa há semanas.
A defesa do bloco acompanha a oposição interna, com alguns membros do Partido Nacional também rechaçando pontos centrais do texto. Os Liberais destacam que há divergências significativas sobre as proteções religiosas e as novas regras de armas, o que pode inviabilizar apoio unânime.
O ataque de Bondi, em 14 de dezembro, intensificou o debate sobre segurança, intolerância e liberdades civis. Líderes da oposição argumentam que a lei pode afetar direitos básicos, como liberdade de expressão, e pedem uma conclusão do inquérito real para embasar decisões parlamentares.
Divisões internas no bloco
Antes da sessão marcada para a próxima terça-feira, há sinais de ruptura entre liberais moderados e linha mais conservadora. O apoio do Partido Nacional não está garantido, complicando a trajetória do projeto.
Ponto de virada e próximos passos
Alguns liberais defendem emendas para fortalecer a proteção contra o antissemitismo sem prejudicar a liberdade de crença. A coalizão já enxerga a necessidade de consenso com o Green Party para aprovar qualquer texto relevante.
Entre na conversa da comunidade