Keir Starmer realizou mais uma reversão de posição ao abandonar a proposta de contratação obrigatória de identificação digital. A mudança suscitou críticas de aliados oposicionistas e de aliados do Lib Dem, que classificaram a decisão como influência de pressões internas e de conjuntura política.
Analistas destacam que o movimento eleva o número de reviravoltas já ocorridas neste governo, conforme contagens de veículos políticos. A oposição afirma que a mudança evidencia inconsistência na gestão de política pública e custos para o Tesouro, sobretudo sem clareza sobre benefícios para a população.
Reações e agenda do dia
Kemi Badenoch criticou a mudança, chamando-a de incompatível com a rigidez prometida pela medida. Mike Wood, membro do shadow Cabinet Office, afirmou que a proposta era onerosa e pouco eficaz, sugerindo que o recuo era inevitável diante da pressão oposicionista. Lisa Smart, do Lib Dem, destacou que o custo público seria elevado e não traria resultados proporcionais.
Ao meio-dia, Starmer encara Badenoch no Perguntas ao Primeiro-Ministro. Após as 12h30, Shabana Mahmood, chefe da pasta, se pronuncia sobre a polícia de West Midlands e a decisão de banir torcedores do Maccabi Tel Aviv do confronto com o Aston Villa, apresentando resultados de uma sindicância. Craig Guildford, chefe de polícia, é alvo de acusações de informações potencialmente enganosas apresentadas aos MPs.
Às 14h, a secretária de Economia, Rachel Reeves, anunciará, em Leeds, planos para reativar o projeto Northern Powerhouse Rail, com foco em ampliar o transporte e a conectividade entre cidades do norte.
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