A senadora Damares Alves, do Republicanos, acusações envolvendo grandes pastores em fraudes no INSS ganharam novos capítulos após críticas públicas de Silas Malafaia. Em entrevista ao SBT News, ela mencionou supostos gambitos de grandes igrejas na CPMI do INSS. Malafaia reagiu nas redes, cobrando nomes e alegando acusação sem provas.
Após a pressão, Damares divulgou uma nota afirmando que não trouxe informações novas, apenas dados já presentes em documentos oficiais da CPMI do INSS. Em seguida, listou instituições religiosas e líderes que tiveram requerimentos aprovados por quebra de sigilo ou convite para depor. A senadora ressaltou que não há culpa presumida apenas por ter sido citado.
A CPMI do INSS investiga um esquema nacional de descontos indevidos e empréstimos consignados fraudulentos voltados a aposentados e pensionistas. O colegiado já realizou dezenas de reuniões, ouviu ex-ministros e analisou milhares de documentos.
Contexto da CPMI
Entre os requerimentos de quebra de sigilo, a CPMI citou as seguintes igrejas: Adoração Church; Igreja Assembleia de Deus Ministério do Renovo; Ministério Deus é Fiel Church (SeteChurch); Igreja Evangélica Campo de Anatote. Também constam convites a depor para: Cesar Belucci; André Machado Valadão; Péricles Albino Gonçalves; Fabiano Campos Zettel; André Fernandes.
Perspectivas e próximos passos
O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, pediu prorrogação dos trabalhos. A justificativa é a complexidade do esquema e o volume de informações coletadas, que exige mais tempo para análise e confrontos de dados. A avaliação inclui a verificação de indícios presentes nos relatórios de inteligência financeira e na Receita Federal.
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