Edward Brandt, ex-vereador, foi condenado a 20 semanas de prisão após ser considerado culpado por perseguição a Penny Mordaunt, ex-ministra do governo. A magistrada decidiu cumprir 12 semanas pelo crime principal e 8 semanas por violações de uma ordem de proteção.
O caso ocorreu em Southampton Crown Court, com julgamento que reconheceu o comportamento de Brandt como causando medo de violência sexual à vítima. A pena total inclui cumprimentos consecutivos pelas infrações associadas à ordem de proteção.
Brandt, 61 anos, morava no Isle de Wight na época, mas hoje reside em Lymington, Hampshire. A defesa alegou transtorno neurodiverso, incluindo ADHD e autismo, para atenuar a responsabilidade.
Detalhes do caso e veredito
Entre setembro de 2023 e maio de 2024, Brandt enviou ao menos 17 e-mails e três mensagens telefônicas à parlamentar, além de comparecer ao escritório de Mordaunt em Portsmouth fora do horário comercial.
A vítima relatou aos policiais ter temido violência sexual devido ao comportamento do réu, descrito como invasivo e persistente. Brandt também violou uma ordem de proteção ao não informar a polícia sobre dispositivos conectados à internet e ao criar contas em redes sociais.
Contexto legal e consequências
Brandt foi absolvido de uma acusação mais grave de perseguição com grande alarme ou sofrimento. Ele já havia recebido uma sentença de 12 semanas pela perseguição, com 8 semanas adicionais por violações da ordem, a serem cumpridas de forma consecutiva.
O juiz afirmou haver risco real de reincidência ou de causar danos a outras pessoas, justificando a prisão imediata. A defesa citou diagnóstico neurodiverso, buscando redução de responsabilidade.
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