O prazo legal para a divulgação de todos os arquivos investigativos de Jeffrey Epstein, previsto na Epstein Files Transparency Act, passou sem ser cumprido pela Justiça dos EUA. Advogados de vítimas afirmam estar indignados com a depender de governos para tornar públicos documentos relevantes.
Advocates dizem que o atraso é mais uma evidencia de falha em responsabilizar pessoas poderosas, repetindo padrões do passado. Proprietários de casos representam dezenas de sobreviventes, cobrando transparência total dos arquivos.
Segundo fontes oficiais, apenas parte dos documentos foi disponibilizada até 19 de dezembro, data originalmente prevista pelo ato. Juristas destacam que milhões de itens ainda não foram tornados públicos.
Representantes de vítimas reiteram que a demora compromete a justiça. Eles apontam que a lei exige divulgação total com exceções específicas, e que o não cumprimento mina a confiança pública.
A defesa do DOJ sustenta que a análise depende de revisão cuidadosa, com o objetivo de proteger informações sensíveis. Contudo, interlocutores destacam que o atraso ocorre há meses, gerando críticas sobre a gestão do material.
Dados apresentados em 5 de janeiro indicam que 12.285 documentos, totalizando cerca de 125.575 páginas, foram carregados no site oficial. Ainda assim, mais de 2 milhões de itens permanecem sob avaliação.
Autores do acta, como Ro Khanna e Thomas Massie, defendem a nomeação de um guia especializado para supervisionar as divulgações. A ideia visa garantir cumprimento e transparência no processo.
Organizações de defesa de vítimas pedem explicações formais sobre o atraso. A atuação de um escrutínio externo, como um mestre especial ou auditor, está entre as propostas para assegurar a conformidade com o prazo.
Em meio ao impasse, a continuidade da cobrança por justiça segue crescendo, com mais vitimárias solicitando esclarecimentos sobre as razões do atraso e medidas para acelerar a liberação integral dos arquivos.
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