O pastor André Valadão, líder da Lagoinha Global, comentou os requerimentos da CPI do INSS que solicitam quebra de sigilo e a oitiva do seu nome no contexto das investigações sobre fraudes no sistema previdenciário. Ele afirmou que não teme as apurações e que buscará esclarecer os fatos.
Em manifestação pública, Valadão disse que a iniciativa não atinge apenas a sua pessoa, mas também a instituição religiosa que dirige, cuja atuação ele descreve como socialmente relevante. O pastor afirmou que responderá às acusações de forma aberta e contestou informações consideradas falsas no caso.
Valadão atribuiu o requerimento a um parlamentar ligado ao PT, citando divergências políticas e alegando acusações anteriores consideradas infundadas contra sua família. Não detalhou o conteúdo das acusações mencionadas, mantendo o tom de defesa.
Lagoinha se posiciona
Na quinta-feira 15 de janeiro, a Lagoinha divulgou nota negando envolvimento com a Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e com a CPI do INSS. A instituição afirmou que não mantém relação com os fatos investigados e rejeitou ligações com os procedimentos em curso.
A nota também informou que Fabiano Zettel, citado por reportagens, não integra mais as atividades ministeriais da igreja. Segundo a Lagoinha, Zettel foi desligado em novembro de 2025 e não exerce funções de pastoreio, liderança ou representação desde então.
Cenário na CPI do INSS
A CPI do INSS continua seus trabalhos no Congresso Nacional, com foco na apuração de irregularidades bilionárias envolvendo fraudes em benefícios previdenciários. O andamento das investigações mantém o escrutínio sobre eventuais ligações entre instituições religiosas e as apurações.
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