Donald Trump processa JPMorgan Chase & Co. e o CEO Jamie Dimon por suposta discriminação, buscando pelo menos US$ 5 bilhões. A ação alega que o maior banco dos EUA teria deixado de oferecer serviços bancários por razões políticas.
A queixa foi apresentada no tribunal estadual do condado de Miami-Dade na quinta-feira, 22 de janeiro. Foram imputadas difamação comercial e violação do acordo de boa fé e negociação. Dimon também seria responsável por violação da lei de práticas enganosas da Flórida.
O banco afirma que não fecha contas por motivos políticos ou religiosos. A ação cita riscos legais e regulatórios como motivos para encerramentos de relacionamento, segundo o JPMorgan.
Contexto do caso e histórico público
Trump tem destacado o JPMorgan em sua ofensiva contra o que chama de debanking por motivos ideológicos. O banco já enfrentava revisões, investigações e ações legais ligadas a esse tema.
Separadamente, a Organização Trump processou a Capital One Financial por alegações semelhantes. O debate sobre debanking envolve pessoas e empresas em uso cotidiano de serviços financeiros.
Reação das partes e próximos passos
O JPMorgan afirmou que a ação carece de mérito e reiterou que encerra contas apenas quando existem riscos legais ou regulatórios. A instituição ressalta apoio a mudanças regulatórias para evitar problemas no setor.
A defesa de Trump sustenta que a Florida proíbe encerramento de relações financeiras com base em opiniões políticas. A Casa Branca não respondeu a pedidos de comentário.
Observação
A matéria cita que a ação não estava de pronto disponível nos registros do tribunal. A Bloomberg News teve acesso a cópia da queixa para a cobertura.
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