As informações indicam que Alex Pretti, enfermeiro de UCI em Minneapolis, foi morto por oficiais federais após uma intervenção de fiscalização. O incidente ocorreu na cidade e envolveu agentes de segurança nacional, que diziam ter agido para defender a integridade de operações em andamento.
Na sequência do ocorrido, representantes do governo federal divulgaram versões que apresentavam Pretti como uma ameaça, alegando que o homem teria resistido e buscado desarmar agentes. Testemunhas mostraram vídeo em que Pretti não empunha arma, apenas segura um telefone.
O material de vídeo mostra médicos socorrendo o ferido enquanto agentes o imobilizam com spray de pimenta. As primeiras declarações oficiais mencionavam resistência violenta e intenção de causar danos a agentes.
Declarações oficiais e contradições
Às 12h30, uma assessora da pasta de Segurança Interna informou que houve tentativa de desarme e que o disparo foi defensivo. A narrativa inicial também destacou que Pretti possuía duas balas no carregador e não tinha identificação.
Às 13h39, um assessor sênior da Casa Branca publicou mensagens apontando que houve uma tentativa de assassinato contra agentes federais, associando a uma suposta responsabilização do lado oposicionista. Posteriormente, comentários enfatizaram que Pretti não foi visto com uma arma.
Às 14h14, o comando de fronteira assegurou que Pretti teria se aproximado com uma arma para massacrar agentes, alegando resistência, o que foi contestado por autoridades locais mais tarde com base em dados oficiais. Não há confirmação de envolvimento anterior do suspeito com ações criminosas.
Reações locais e avaliação preliminar
As autoridades de Minnesota contestaram alegações sobre o histórico de Pretti e o classificaram como uma pessoa sem ligações a crimes relevantes no estado. O governo estadual pediu cautela na avaliação inicial, destacando a necessidade de investigação rigorosa.
Noen, secretária de Segurança Interna, destacou em coletiva que o tiroteio foi justificado pela necessidade de proteger a vida de oficiais, e afirmou que a apuração seguirá o protocolo de todos os casos envolvendo agentes. Ela ressaltou a importância de esclarecer os fatos por meio de evidências.
O governador de Minnesota, Tim Walz, pediu calma e alertou para evitar julgamentos precipitados, ressaltando que há diferentes ângulos a serem examinados e que as informações estão em desenvolvimento. Ele reiterou que a veracidade deve orientar a apuração.
Entre na conversa da comunidade