O ministro do STF Alexandre de Moraes negou o pedido de visita de Valdemar da Costa Neto, presidente nacional do PL, a Jair Bolsonaro, durante a custódia do ex-presidente. A decisão também indeferiu o retorno de Magno Malta, senador pelo PL, à penitenciária onde Bolsonaro é mantido.
Moraes explicou que Valdemar está investigado nas mesmas imputações que recaem sobre Bolsonaro, tornando inviável a visita. O magistrado afirmou que o pedido foi improcedente por envolver a mesma linha de acusações já em apuração no tribunal.
Além disso, o ministério autorizou visitas de outros aliados de Bolsonaro, incluindo Cabo Gilberto Silva, Hélio Negão e Wilder Moraes, além do empresário Nabhan Garcia. O objetivo é manter a disciplina do sistema carcerário e evitar riscos de desordem.
Visitas autorizadas e assistência religiosa
O ministro também autorizou que o padre Paulo Silva preste assistência religiosa ao ex-presidente. O religioso se junta ao bispo Robson Rodovalho e ao pastor Thiago Manzoni, que já tinham permissão para visitas semanais à Papudinha, em Brasília.
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