A Polícia Militar do Distrito Federal detalhou ao ministro Alexandre de Moraes as ações para evitar protestos próximos à Papudinha, onde Jair Bolsonaro cumpre pena por participação em crime contra a democracia. A autoridade de segurança informou medidas adotadas para evitar aglomerações nas imediações do complexo penitenciário.
Conforme os relatos, no dia 21 de janeiro agentes retiraram estruturas irregulares na entrada do complexo. Em seguida, a PM passou a monitorar o local 24 horas por dia, com 14 viaturas e 60 agentes empenhados na operação.
Um ponto fixo de bloqueio foi criado para fiscalizar circulação de pessoas e veículos. Desde então, não houve identificação de manifestações em frente ao presídio. O policiamento permanece ativo na Papudinha e nas proximidades.
Desdobramentos
Além das ações de fiscalização, apoiadores de Bolsonaro haviam instalado faixas e barracas na região. Paralelamente, ocorria a caminhada pela paz promovida pelo deputado Nikolas Ferreira, com destino a Brasília.
Diante do histórico de 8 de janeiro de 2023, Moraes havia determinado o reforço da presença policial na área e a retirada de manifestantes próximos ao presídio, para evitar novos incidentes.
A PM-DF informou que manterá o patrulhamento contínuo na área da Papudinha e ao redor do presídio, com vigilância permanente, até novas instruções das autoridades competentes.
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