Morgan McSweeney, chefe de gabinete de Keir Starmer, entregou o cargo em meio a críticas pela sua participação na nomeação de Peter Mandelson como embaixador dos EUA. A decisão foi anunciada na imprensa britânica na sexta-feira, 8 de fevereiro de 2026, em Londres.
O ex-funcionário explicou que a escolha de Mandelson foi inadequada. Segundo ele, a nomeação comprometeu a credibilidade do partido, do governo e da política, e assume total responsabilidade pelo aconselhamento dado ao primeiro-ministro. Diz que o afastamento é a atitude mais honrosa diante das circunstâncias.
McSweeney afirmou que a decisão não foi fácil e que, ao longo dos anos, suas motivações sempre buscaram eleger e sustentar um governo que priorize a vida de pessoas comuns. Afirmou que apenas um governo trabalhista pode conduzir o país para um futuro melhor e que deixa o cargo com orgulho pelos avanços alcançados.
O ex-assessor fez duas considerações adicionais. A primeira, sobre as vítimas de Jeffrey Epstein, pede que suas vozes sejam ouvidas e que as mulheres sejam lembradas. A segunda, sobre o processo de checagem de informações, indica que a revisão deve ser reformulada para funcionar como uma salvaguarda futura.
McSweeney ainda reiterou apoio ao primeiro-ministro, dizendo que ele trabalha para restaurar padrões e confiança. Disse que continuará a apoiar a missão do governo de qualquer forma possível.
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