O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes determinou que o Comando Militar do Planalto, no Distrito Federal, informe se o general Mário Fernandes preenche os requisitos para receber uma visita íntima solicitada pela defesa.
Após o envio do documento, Moraes vai abrir um prazo de cinco dias para a manifestação da Procuradoria-Geral da República.
Fernandes cumpre no Comando Militar do Planalto uma pena de 26 anos e seis meses de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de Estado.
No julgamento de dezembro, Moraes criticou os argumentos da defesa e sugeriu que, no interrogatório, o general poderia ter ficado em silêncio em vez de alegar que o plano de assassinato seria apenas um “pensamento digitalizado”.
Em julho, Fernandes afirmou ao STF que o arquivo digital seria apenas um pensamento digitado, composto por dados, análise de riscos e não teria sido compartilhado com terceiros.
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