Ontem, a debacle envolvendo Tim Allan e Anas Sarwar abriu espaço para especulações sobre uma possível liderança no Labour, mesmo com ministros do gabinete e Angela Rayner apoiando Keir Starmer. A verificação indica que a crise poderá exigir mudanças na comunicação de No 10.
Em entrevistas pela manhã, Ed Miliband defendeu Starmer e sugeriu que o episódio represente um “momento de mudança” para o governo trabalhista. Ele criticou a nomeação de Peter Mandelson a um cargo-chave, afirmando que o objetivo do governo é defender os mais vulneráveis, não os poderosos.
Miliband afirmou que o governo realiza ações positivas, embora tenha sido prejudicado por falhas de política, como o fim de pagamentos de inverno. Segundo o ex-líder, a liderança precisa transmitir claramente seus valores e uma missão moral para o país, respondendo ao descontentamento público com mais audácia.
O entrevistado rejeitou a ideia de que Starmer carece de coragem. Segundo Miliband, o líder trabalhista está comprometido com a mudança social e com a expansão de políticas para reduzir desigualdades. Em entrevista à BBC, Miliband disse que não pretende concorrer à liderança novamente.
Agenda do dia
- Manhã: Starmer preside o gabinete político.
- Manhã: Kemi Badenoch visita Londres.
- 11h30: Miliband participa de perguntas à Câmara.
- Meio-dia: Downing Street realiza sessão informativa.
- 12h20: Andy Burnham fala em conferência da Resolution Foundation.
- 13h30: Eluned Morgan responde no Senedd.
- 14h30: Sir Mark Rowley presta depoimento à comissão de assuntos internos.
- Tarde: possível visita de Starmer.
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