A corte sul-coreana condenou o ex-chefe do Ministério do Interior, Lee Sang-min, a sete anos de prisão. A sentença envolve acusações, entre elas, participação significativa em insurreição relacionada à declaração do estado de Martial Law pelo ex-presidente Yoon Suk Yeol em dezembro de 2024.
Segundo a decisão, Lee teve papel central no episódio que levou à decretação de medidas extraordinárias no país. A condenação foi proferida nesta quinta-feira em Seul, com base em investigações ligadas ao episódio de 2024.
A informação foi apurada pela Reuters, com reportagem de Kyu-seok Shim e edição de Ed Davies, publicada em Seul no dia 12 de fevereiro.
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