A Polícia Federal entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, um relatório com evidências que associam o ministro Dias Toffoli a contatos com Daniel Vorcaro e o Banco Master. A PF aponta referências no celular de Vorcaro, obtido em busca e apreensão autorizada pela Justiça, para sustentar a investigação. Toffoli não é acusado, mas atua como supervisor do caso.
Toffoli afirmou que nunca recebeu pagamentos nem manteve relação com Vorcaro, segundo veículos internacionais. A Reuters informou que a declaração ocorreu após a PF repassar o relatório ao presidente Fachin, destacando que Toffoli está à frente da apuração sobre o Banco Master.
A Reuters também destacou que Toffoli continua no comando da investigação, o que tem gerado atenção interna e externa. A Bloomberg acrescentou que o STF deverá decidir, em voto do plenário, se Toffoli permanece à frente do caso, diante dos indícios citados pela PF. A decisão ainda não é definida e envolve avaliação de apoio entre os ministros.
O Infobae argentino mencionou pedido de suspeição de Toffoli no caso, devido a vínculos com um dos acusados. O texto aponta que, nas últimas semanas, a permanência do magistrado como juiz de instrução tem sido alvo de questionamentos após revelações sobre irregularidades em um fundo ligado ao Banco Master e eventual participação de parentes do ministro em um resort no Paraná.
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