O apoio a Dias Toffoli provocou um racha no PP, com cinco dos oito senadores criticando o movimento. Um comunicado foi divulgado para afirmar que a bancada não debatia nem aprovava o gesto.
Ciro Nogueira, chefe do PP-PI, havia assinado nota conjunta com Antônio Rueda, líder do União Brasil, na condição de representantes da Federação União Progressista. A mensagem defendia Toffoli diante do tema do relatório envolvendo Master e o banqueiro Vorcaro.
O documento descreveu as narrativas contra Toffoli como caluniosas e questionou a relação do ministro com o inquérito do caso Master. Os signatários disseram que a defesa não representava toda a bancada do PP.
Racha no PP e consequências
Relatos indicam que a divergência ficou clara: a maior parte da bancada no Senado mostrou cautela, afastando-se da iniciativa de apoio. A declaração, publicada em nome da federação, indicou que cada senador deve zelar por seu próprio cargo.
Além disso, Ciro Nogueira é apontado como autor de emenda para elevar o cálculo de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito, projeto ligado a operações envolvendo o Master. Rueda também tem histórico de atuação no tema, segundo fontes do setor público.
A controvérsia evidencia uma linha de resistência dentro do PP, com membros buscando distanciar-se de posições que percebem como extrapolações políticas. A documentação pública deixa claro o tom de divisão interna entre aliados do bloco.
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