A Comunidad de Madrid manteve silencio sobre o pedido do Ministério da Transformação Digital e da Função Pública de ampliar a investigação de um caso grave de assédio sexual em Móstoles. O pedido, feito em dezembro de 2024, buscava ouvir o acusado e ouvir mais testemunhas para garantir o contraditório.
Segundo informações obtidas peloEL PAÍS, o requerimento foi encaminhado à Consejería de Presidencia, chefiada por Isabel Díaz Ayuso. O documento devolvia a denúncia ao órgão competente para prosseguir com as diligências, mantendo a reserva de informações. O Ministério alegou necessidade de mais elementos.
Desdobramentos
A denúncia envolve um funcionário público estadual que trabalha na esfera local de Móstoles, mas com atuação nacional. Em dezembro de 2024, o Ministério pediu a ampliação da investigação para preservar o direito de defesa. O caso permanece sem continuidade aparente na gestão regional.
O PP, que controla Móstoles, negou recebimento de comunicação oficial do ministério, segundo resposta de uma porta-voz municipal. O episódio gerou tensão entre o governo regional, liderado por Ayuso, e o governo central. A reportagem aponta que, apesar de haver testemunhas, não houve oitiva formal do denunciado até o momento.
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