Ministro Alexandre de Moraes voltou a negar, nesta terça, o pedido de Magno Malta para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. A recusa ocorre após o senador tentar chegar ao local sem autorização prévia no dia 17 de janeiro.
A informação é de que Malta tentou a visita em Brasília, com a alegação de poder orar no local. Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal disseram que a permissão cabia ao Supremo Tribunal Federal, conforme protocolo vigente.
Foi informado a Malta que a assistência religiosa a Bolsonaro está restrita a dom, e que os representantes autorizados são o bispo Robson Rodovalho, da Igreja Sara Nossa Terra, e o pastor Thiago Manzoni (PL). Após cerca de meia hora de dialogue, o senador deixou o local.
Segundo Moraes, a tentativa de Malta colocou em risco a segurança institucional. O ministro ressaltou que o senador estacionou em local inadequado e chegou a filmar a movimentação no entorno.
No dia 29 de janeiro, Moraes já havia rejeitado pedido semelhante do mesmo parlamentar, pelo mesmo motivo. A decisão manteve a preferência de Bolsonaro por visitas com autorização prévia.
Atualmente, Bolsonaro pode receber visitas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, dos filhos Carlos, Flávio, Jair Renan e Laura, além da enteada Letícia. Aliados também podem ser autorizados, desde que apresentem pedido antecipado ao ministro.
Entre na conversa da comunidade