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Líder governista descarta levar caso ao STF em apoio a Lulinha

Randolfe Rodrigues descarta acionar STF para reverter a quebra de sigilos de Lulinha; governo encerra vias administrativas e aponta tensões no Congresso

Randolfe Rodrigues faz comparação com o 8 de janeiro para dizer que decisão de Davi Alcolumbre será acatada. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
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O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues, disse que não há possibilidade de acionar o STF para reverter a quebra dos sigilos fiscal e bancário do empresário Fábio Luís da Silva, conhecido como Lulinha. A declaração foi feita em entrevista ao portal Metrópoles nesta terça-feira.

Randolfe afirmou que a questão está encerrada e ressaltou que nem o Congresso, nem o Palácio do Planalto devem ser alvo de retaliações. Allocou críticas a ações que teriam ocorrido em 8 de janeiro, sem entrar em detalhes.

A bancada governista já esgotou as vias administrativas após o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, negar a anulação da votação na CPMI do INSS. Parlamentares de esquerda alegam fraude na contagem de votos.

O que houve na CPMI do INSS

O presidente do CPMI, Carlos Viana, disse ter contado os votos duas vezes, com a defesa da oposição e de governistas divergindo sobre o momento de apontar supostas irregularidades. Imagens usadas para sustentar a fraude teriam chegado após o encerramento da deliberação.

Durante a sessão, houve tumulto na mesa diretora: houve agressão entre parlamentares, com Rogério Correia empurrando Luiz Lima. Correia reconheceu o empurrão e pediu desculpas, afirmando ter sido empurrado primeiro.

A defesa de Lulinha já recorreu ao STF após a quebra dos sigilos, alegando que a medida não era necessária. O pedido foi enviado ao ministro André Mendonça, relator das ações que tratam das medidas do colegiado.

A Polícia Federal investiga a possibilidade de o empresário citado como “careca do INSS” ter repassado 300 mil reais a Lulinha, conforme mensagens interceptadas. A PF ainda busca confirmar a relação entre as partes.

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