O PL mantém a expectativa de que o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), seja o vice de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial. A decisão depende de como Zema resolverá a sua sucessão estadual, com o anúncio esperado apenas em abril, quando o quadro mineiro tende a ficar mais definido.
Zema, pré-candidato ao Planalto, tenta emplacar Mateus Simões (PSD) como futuro chefe do Executivo de MG, mas as pesquisas não elevam ainda o vice-governador. Integrantes do PL entendem que o governador não quer a influência do partido em sua sucessão, o que ocorreria se aceitasse já ser vice.
Caso Zema rejeite a parceria, a senadora Tereza Cristina (PP-MS) aparece como alternativa viável para compor a chapa. Para viabilizar a vaga, seria necessária a adesão da federação União-PP à candidatura de Flávio Bolsonaro, o que ainda não ocorreu.
Cenário em Minas e possibilidades
Até o momento, não há definição sobre quem apoiará Zema para governador no Estado, com possibilidades que vão desde candidatura própria até apoio a Simões ou ao senador Cleitinho (Republicanos). O grupo busca consolidar um palanque sólido para a dupla no principal colégio eleitoral do país.
Implicações da decisão
A escolha de Zema pelo Palácio do Planalto dependerá de como ficará a coalizão em MG e do ritmo de definiciones locais. A direção do PL avalia que o apoio mineiro pode sustentar a chapa em regiões-chave, reforçando a candidatura presidencial.
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