O governo Lula sustenta que Darren Beattie, assessor de Donald Trump para assuntos relacionados ao Brasil, omitiu o real motivo da visita e transformou a viagem em um ato político.
Segundo auxiliares do presidente, Beattie justificou a vinda a São Paulo com participação em um evento sobre terras raras e minerais críticos, mas o roteiro incluía reuniões políticas não informadas no pedido de vista.
A percepção de governistas se intensificou após Jair Bolsonaro solicitar ao STF autorização para receber a visita do assessor na prisão, segundo relatos oficiais.
Diante disso, o governo recorreu ao princípio da reciprocidade para justificar politicamente a revogação do visto de Beattie, usado como argumento no choque de agendas entre aliados de Lula e de Trump.
A medida é vista como resposta a possíveis movimentos de bolsonaristas alinhados a Trump em ano de eleição presidencial no Brasil, conforme avaliação do governo.
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