O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (PL-MG), afirmou nesta quarta-feira (20) que a delação do ex-assessor do INSS Daniel Vorcaro só será aceita se for completa, apresentando todos os elementos necessários para a investigação.
Viana explicou que não basta confirmar informações já conhecidas; a CPMI busca novos dados que possam esclarecer irregularidades no órgão. A delação deve contribuir para o avanço das apurações.
Vorcaro atuou como assessor do ex-presidente do INSS, Leonardo Rolim, e firmou acordo de delação premiada com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. A homologação ocorreu pelo ministro do STF André Mendonça.
A CPMI criada para apurar irregularidades na concessão de benefícios previdenciários acompanha o andamento do processo e avaliará, com atenção, se a delação atende aos requisitos para aceitação. A comissão atua na busca por transparência na gestão do INSS.
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