O ex-presidente Jair Bolsonaro completou dez dias internado por pneumonia bacteriana bilateral. Ele saiu da UTI e foi encaminhado a um quarto comum, ainda sem previsão de alta. A decisão sobre prisão preventiva ou domiciliar depende do ministro Alexandre de Moraes.
Nesta segunda-feira, 23, a Procuradoria-Geral da República se manifestou a favor da prisão domiciliar, destacando a necessidade de cuidados constantes e monitoramento do estado de saúde. Segundo o procurador Paulo Gonet, esse monitoramento se realiza de forma adequada em ambiente familiar.
A ex-primeira dama Michele Bolsonaro reuniu-se com Moraes para reforçar a necessidade da prisão domiciliar, dada a condição clínica atual de Bolsonaro. A expectativa é que a decisão sobre a transferência seja tomada nos próximos dias, considerando pareceres legais e o quadro médico.
A pauta permanece em evidência no país, ligada à saúde do ex-presidente e ao cumprimento da pena, com Bolsonaro recebendo acompanhamento médico intensivo e acompanhamento jurídico ativo de parte de sua defesa.
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