O ex-presidente Jair Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica enquanto cumpria prisão domiciliar em novembro de 2025. O episódio ocorreu em Brasília, durante o período em que ele estava em prisão domiciliar preventiva, sob monitoramento.
Bolsonaro usou um ferro de solda para danificar o dispositivo, e o Centro Integrado de Monitoração Eletrônica registrou a violação às 0h07. Imagens anexadas ao processo mostram marcas de queimadura na carcaça do equipamento.
O episódio resultou na retirada dele da prisão domiciliar e na transferência para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília, dando início à execução da pena. A ação também levou em conta a proximidade de apoiadores na frente da residência.
O que aconteceu depois
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, acolheu parecer da PGR e autorizou a prisão domiciliar humanitária por 90 dias, citando estado de saúde. Bolsonaro poderá cumprir o restante da pena de 27 anos e 3 meses em casa.
Alegações apresentadas pela defesa
A defesa afirmou que houve um surto ligado a medicação psiquiátrica e falta de sono. Também mencionaram a possível existência de uma escuta escondida na tornozeleira e negaram qualquer intenção de fuga.
Contexto e andamento
Bolsonaro já havia sido condenado pela chamada trama golpista. A decisão atual mantém o ex-presidente em regime domiciliar por razões de saúde, com possibilidade de renovação. O caso segue sob avaliação do STF.
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