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Mais tempo para apurar conteúdo da sala blindada da CPMI do INSS

Prorrogação de 120 dias amplia prazo da CPMI do INSS, permitindo depoimentos, análises de irregularidades e continuidade das investigações até julho de 2026

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O ministro do STF André Mendonça atendeu ao pedido da cúpula da CPMI do INSS e prorrogou os trabalhos por 120 dias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (24).

A CPMI foi instalada em 24 de março de 2025 para apurar irregularidades na concessão de benefícios pelo INSS. O objetivo é investigar possíveis fraudes, desvios e má gestão na autarquia.

Segundo o relator da comissão, deputado Hugo Mota (PMDB-PB), a extensão é necessária para concluir as apurações com profundidade. Ele informou que há muitas informações a coletar e depoimentos a ouvir.

Extensão de prazo para julho de 2026

A prorrogação permite que a CPMI prossiga com as atividades até 24 de julho de 2026. O pedido foi feito pelo presidente da comissão, deputado Ricardo Barros (PP-PR), que destacou a importância de aprofundar as investigações.

A CPMI também pretende ouvir especialistas, representantes do INSS e órgãos de controle para esclarecer irregularidades e propor melhorias no sistema previdenciário. O objetivo é identificar responsáveis e propor medidas de aprimoramento.

A sala blindada da CPMI do INSS, que permanece fechada ao público, é mencionada como elemento de controvérsia. A extensão dos trabalhos é vista pelos parlamentares como oportunidade para esclarecer o que envolve esse espaço e quais informações ele guarda.

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