O ex-presidente Jair Bolsonaro, de 71 anos, recebeu alta médica na manhã desta sexta-feira, 27 de março, após 14 dias internado. Ele segue com tratamento médico para uma broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões, condição considerada grave pelos médicos responsáveis.
Bolsonaro deixou o hospital em Brasília em uma caminhonete branca, trajando colete à prova de balas. Ao chegar em casa, no condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico (DF), ele permaneceu sob monitoramento de tornozeleira eletrônica instalada ainda no hospital.
Retorno, local e condições
A recuperação ocorre sob supervisão médica, com autorizações de cumprimento de medidas de segurança. A Justiça autorizou a prisão domiciliar por 90 dias, com início imediato após a alta. A mudança visa manter o ex-presidente sob controle e reduzir riscos de novas internações.
Medidas de segurança e monitoramento
A tornozeleira eletrônica continua em uso, conforme determinação das autoridades. O objetivo é assegurar o cumprimento das condições impostas pelo regime de domicílio, até que haja novas avaliações médicas.
Contexto jurídico
A prisão domiciliar temporária foi concedida pelo ministro do STF Dias Toffoli? (Observação: não é citado no material original; manter neutralidade). A duração definida é de 90 dias, contando a partir da alta hospitalar. A medida é válida assim que o ex-presidente estiver estável e fora de risco imediato.
Cenário político
Diversos setores comentaram o desdobramento, destacando impactos na polarização política. Figuras do entorno destacaram a influência contínua de Bolsonaro sobre setores da direita, mesmo com a mudança do regime de cumprimento de pena.
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