Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira, 26 de março de 2026, em Niterói, que o Rio de Janeiro não tem governador e criticou operações policiais em favelas. O presidente defendeu a Lei Antifacção e pediu foco no topo do crime organizado, segundo a Caravana Federativa.
A fala ocorreu durante o evento, em que Lula destacou que o governo repassa recursos aos estados independentemente do alinhamento político. Ao mencionar governadores, ele comentou a situação do Rio ao justificar a atuação federal. Em seguida, reforçou a necessidade de atacar as lideranças do crime.
O presidente também questionou a estratégia de combate ao crime em áreas pobres, propondo mobilizar órgãos federais para chegar aos financiadores e mentores das organizações criminosas. Ele citou um acordo de cooperação com o ex-presidente Donald Trump como parâmetro para cooperação internacional.
Caravana Federativa e ações do governo
A Caravana Federativa reúne ministérios, bancos públicos e órgãos federais para apoiar prefeitos e gestores locais. O objetivo é destravar projetos, ampliar recursos e agilizar políticas públicas nos municípios.
Entre as medidas anunciadas, foram entregues ambulâncias do Samu, unidades odontológicas, kits odontológicos, equipamentos para unidades de saúde e recursos para o programa Agora Tem Especialistas. Também houve distribuição de computadores e anúncios de investimentos para a agricultura familiar.
A lista de presentes no evento incluiu o presidente Lula, a ministra Gleisi Hoffmann, o ministro Alexandre Padilha, o presidente do BNDES, o presidente da Caixa Econômica Federal, além de prefeitos e secretários. Rodrigo Neves, prefeito de Niterói, esteve presente.
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