A defesa de Jair Bolsonaro informou ao STF que o ex-presidente não teve ciência prévia de uma gravação feita por Eduardo Bolsonaro, seu filho. A manifestação ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes determinar prazo de 24 horas para explicações sobre o suposto acesso ao vídeo durante a prisão domiciliar.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar e está proibido de usar celulares ou qualquer meio de comunicação externo, direto ou por terceiros, conforme as regras impostas. A defesa afirmou que não houve participação do ex-presidente no episódio.
Os advogados sustentam que a gravação foi realizada por um terceiro e que Bolsonaro cumpre integralmente as condições da prisão domiciliar humanitária temporária. Também negam qualquer contato com terceiros durante o período.
Na semana passada, Moraes concedeu prisão domiciliar temporária de 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses pela ação penal da trama golpista.
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