O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nas redes sociais na quinta-feira, 2 de abril de 2026, que não pretende terminar com o Pix caso seja eleito presidente. Em vídeo, ele chamou o Pix de legado importante do presidente Jair Bolsonaro e negou que sua gestão pretenda extingui-lo.
Segundo o pré-candidato, o Pix é um patrimônio brasileiro e um legado de Bolsonaro. Ele afirmou que a esquerda e o PT teriam a pretensão de taxar o sistema, insinuando que haveria interesse em tributar pagamentos instantâneos.
Flávio já havia publicado conteúdo anterior simulando perguntas sobre o futuro do Pix, com um chatbot respondendo que a afirmação sobre o fim do Pix seria uma fake news. A defesa dele, no entanto, reiterou o caráter de legado do sistema.
LULA E O PIX
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, durante visita a Salvador, que o Pix é brasileiro e não será alterado por pressões externas. A declaração ocorreu após críticas dos Estados Unidos ao sistema, em relatório comercial.
O documento norte-americano integra o relatório anual do USTR e aponta que o Banco Central regula o Pix. A depender da leitura, o relatório sugere que a atuação brasileira pode restringir espaço de mercado para empresas estrangeiras de pagamentos, como Visa e Mastercard.
DADOS SOBRE O CONTEXTO
O governo norte-americano citou o Pix em um relatório que analisa impactos do sistema de pagamentos brasileiro. O Banco Central também informou que continua a regular o Pix, mantendo autonomia sobre o ecossistema de pagamentos nacional.
As falas sobre o tema ocorreram em meio a discussões políticas internas e a afirmações de que o Pix deve seguir evoluindo para atender aos brasileiros, sem alterações bruscas que possam afetar o mercado.
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