O Peru viveu uma década marcada por crises políticas que levaram a oito presidentes em dez anos. Prisões, acusações de corrupção e destituições acompanharam as lideranças desde 2016. O país enfrenta debates sobre a constitucionalidade dos removing mecanismos de impeachment.
Entre 2016 e 2026, o caso envolve presidents como Pedro Pablo Kuczynski, que renunciou em 2018 após pressões por vínculos com Odebrecht; Martín Vizcarra, destituído em 2020 por incapacidade moral; e Manuel Merino, que renunciou após protestos. Sagasti assumiu como presidente de transição.
Pedro Castillo teve mandato de 2021 a 2022, detido após tentativa de dissolver o Congresso e alvo de investigações por corrupção. Dina Boluarte assumiu em 2022 e enfrentou várias investigações, incluindo o caso Rolexgate, encerrado parcialmente sem confirmação de acusações.
Quesitos e desdobramentos
Em 2025, Boluarte foi destituída por quatro moções de vacância, apontando falhas de governança e aumento da violência. José Jerí assumiu, porém ficou apenas quatro meses, envolto em escândalos sobre reuniões com um empresário chinês. O atual presidente interino é José Maria Balcazar.
Os desdobramentos apontam para uma crise institucional que intensificou a desconfiança pública. Observadores sugerem que o modelo de vacância por incapacidade moral ampliou a instabilidade política, gerando ciclos de presidência em curto prazo.
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