Com o fim do prazo de desincompatibilização, no último sábado (4), dez estados e o Distrito Federal passaram a ter novos governadores. PSD e MDB foram os mais beneficiados, enquanto União Brasil e Novo perderam territórios.
O cenário redefine apoios nacionais: Lula (PT) mantém boa parte de suas bases, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) ganhou palanque em novos estados. O governador do Pará permanece alinhado ao governo federal, e o Espírito Santo passa por mudanças de apoio entre siglas.
Mudanças nos apoios nacionais
Hana Ghassan (MDB) assumiu o Pará e já sinalizou respaldo a Lula em eventual reeleição, sem declarar apoio público até o momento. Em Acre, Mailza Assis (PP) reforça apoio a Flávio Bolsonaro. Em Brasília, Celina Leão (PP) também indicou preferência ao candidato do PL.
Situação por estados e cenários regionais
No Amazonas, interino Roberto Cidade (União Brasil) substitui o governador renunciante, com eleição indireta prevista nos próximos 30 dias para definir o novo mandatário até o fim de 2026. Em Minas, o vice Daniel Vilela (MDB) dá sustentação a Romeu Zema (Novo).
Continuidade de alianças e mudanças pendentes
O PSD ampliou sua atuação para seis governos, com comando em Minas, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco, Sergipe e Rondônia. A unidade de Caiado fica condicionada a futuras deliberações nos diretórios estaduais.
Destaques adicionais
No Pará, a nova governadora já destacou prioridade para saúde materna e convocação de policiais e bombeiros para reforçar a segurança pública. Em Paraíba, Lucas Ribeiro (PP) assume após a renúncia de João Azevêdo, fortalecendo apoio a Lula ainda que haja tensões com a orientação nacional do PT.
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