O próximo procurador-geral dos EUA pode ser um defensor de teorias de fraude eleitoral. Pesquisas e relatos apontam que potenciais candidatos ao cargo já mantêm ligações com movimentos que contestam resultados eleitorais de 2020, difundindo alegações não comprovadas sobre urnas e máquinas de votação.
Segundo relatos, a figura de Pam Bondi, ex-procuradora-geral, é citada como referência entre quem promove esse debate. A espera é pela decisão de Donald Trump sobre quem ocuparia o posto, após a demissão de Bondi na semana passada.
Quem está na disputa
Entre os cotados aparecem Todd Blanche, atual procurador-geral interino, ligado a questões anteriores de Trump e considerado alinhado a posicionamentos de contestação eleitoral. Outro nome citado é Lee Zeldin, atual administrador da EPA, considerado favorito por alguns setores.
Outros nomes em avaliação
Jeanine Pirro, ex-apresentadora da Fox News e atual procuradora federal em DC, é citada como possível candidata. Ken Paxton, procurador-geral do Texas, também é mencionado entre as opções com histórico de ações relacionadas a questionamentos eleitorais.
Contexto e motivações
A discussão acontece em meio a críticas a decisões da DOJ, com relatoções de que o órgão estaria desviando o foco de investigações sobre fraudes para questões de eleições. Entidades e analistas destacam que, no governo federal, a definição do cargo envolve questões constitucionais distribuídas entre estados e Congresso.
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