O STF começou a julgar, nesta semana, o formato da eleição para o governo do Rio de Janeiro. Os ministros discutem se a escolha será direta pela população ou indireta pelos deputados estaduais, diante da cassação de Cláudio Castro.
O assunto chegou ao tribunal por ações do PSD. Nesta quarta-feira (8) já houve votos dos relatores Cristiano Zanin e Luiz Fux, e a sessão continuou na quinta-feira (9) com os demais ministros. Flávio Dino pediu vista.
A definição do modelo é central: atuação direta pela população ou indireta pela Assembleia Legislativa. Zanin defende voto direto; Fux sustenta a escolha pela via indireta, com presidente da Alerj interino até 2027.
Caso o modelo seja indireto, a Alerj elegeria o novo governador interino, enquanto a eleição direta dependeria de novas regras e mobilização popular. Não há prazo final fixado para o veredito.
Atual cenário institucional no Rio envolve a ausência de vice-governador desde maio de 2025, após saída de Thiago Pampolha para o TCE-RJ. O atual governo está sob a responsabilidade do presidente do TJ, Ricardo Couto, em meio a instabilidade na linha de sucessão.
Entre na conversa da comunidade