O depoimento de Helmut Sterz, ex-toxicologista da Pfizer, foi apresentado à comissão parlamentar alemã responsável pela crise do coronavírus. A sessão aconteceu no Bundestag, em meio a investigações sobre os testes realizados na população durante a pandemia. O foco foi o tema do consentimento e das diretrizes éticas em experimentos.
Sterz atuou como diretor de Pesquisa Toxicológica e CEO de Pesquisa e Desenvolvimento Global na Europa da Pfizer, além de ter passado por outras farmacêuticas. O inquérito, aprovado pela maioria dos partidos, visa esclarecer questões sobre a condução de estudos clínicos no contexto da pandemia.
Segundo o depoimento, o parlamentarismo alemão considera que houve um episódio de experimentação humana durante a crise. Sterz alega que a vacina contra a covid-19 pode ter causado mortes e citou efeitos adversos, conforme compartilhou em toda a defesa apresentada à comissão. O Bundestag registra o teor do testemunho e o debate com o ex-ministro da Saúde Karl Lauterbach.
O painel também destacou a repercussão pública de teorias sobre vacinas e tratamentos, com referência a estudos e relatos disponíveis para consulta pública. A imprensa alemã acompanhou parte do depoimento, que permanece sob cobertura oficial do Bundestag. O registro oficial confirma a realização da audiência e as perguntas formuladas pelos parlamentares.
O episódio integrou a linha de investigações sobre a relação entre indústria farmacêutica e políticas públicas durante a pandemia. O objetivo do inquérito é esclarecer procedimentos de pesquisa, consentimento e impactos de políticas de vacinação, mantendo o foco em fatos verificáveis e na transparência institucional.
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