Pete Hegseth, secretário de Defesa, protagonizou um episódio durante uma sessão de oração no Pentágono, em meio a críticas por suposta apropriação de um trecho ficcional de Tarantino. A fala ocorreu no contexto de uma cerimônia para apoiar operação militar contra o Irã e foi alvo de controvérsia por alegar ter se baseado em um versículo bíblico.
A divulgação aponta que o texto citado por Hegseth pode ter se aproximado de uma passagem de Ezekiel 25:17, mas vestígios de uma fala semelhante a um trecho de Pulp Fiction, proferido por Samuel L. Jackson no filme, também foram observados. Fontes destacam que a oração lida pelo secretário não cita explicitamente Tarantino ou Jackson, embora tenha apresentado semelhanças com o diálogo do filme.
Contexto e desdobramentos
Segundo relatos, o episódio ocorreu na recently anunciada sequência de serviços de oração do Pentágono voltados ao apoio à operação no Irã. Houve dúvidas sobre a origem do texto utilizado na oração, com leituras paralelas entre o versículo bíblico, o monólogo do filme e a oração CSAR 2517, associada a equipes de resgate.
A reação pública incluíu questionamentos de legisladores democratas que consideram a fala de Hegseth como parte de uma campanha de fortalecimento de posições políticas. O Pentágono afirmou que não respondeu imediatamente a pedidos de esclarecimentos sobre a origem do conteúdo.
Reações e contexto político
Em pronunciamento, o porta-voz do Pentágono afirmou que a crise serve para desviar o foco de críticas sobre o andamento da guerra no Irã. Em outra ocasião, Hegseth comparou a imprensa a Phariseus, ao comentar o papel da mídia na cobertura do conflito.
A imprensa especializada analisou a miscelânea de trechos presentes na fala, destacando que a citação bíblica original condena inimigos do povo de Israel, enquanto o conteúdo filmico aborda temas de vingança e justiça. A assessoria de Hegseth ainda não confirmou a origem exata do texto utilizado na cerimônia.
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