Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), foi preso na quinta-feira, 16 de abril, durante a quarta fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal. A ação cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão no DF e em São Paulo, com apoio do STF em decisão autorizando as medidas. As investigações apuram crimes financeiros, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A deputada Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao Senado pelo PT, usou as redes sociais para comentar o caso. Ela citou que, segundo seus entendimentos, hoje se sabe quem prejudicou Brasília, fazendo referência ao envolvimento no esquema ligado ao Banco Master e ao BRB.
Segundo a parlamentar, o Banco Central bloqueou a operação de aquisição do Banco Master pelo BRB, e Ibaneis Rocha, ex-governador do Distrito Federal, teria direcionado as acusações a adversários políticos. Gleisi escreveu que Costa foi nomeado por Ibaneis para chefiar o BRB.
A declaração de Gleisi também descreve o envolvimento de Costa na aquisição de ativos do Banco Master. A deputada afirma que o ex-presidente do BRB teve participação na compra de aproximadamente R$ 12 bilhões em ativos de alto risco.
A operação da PF envolve apuração de irregularidades financeiras e possíveis crimes de lavagem de dinheiro. As informações indicam coordenação entre diferentes entidades para supostas práticas ilícitas ligadas ao BRB e ao Banco Master.
Paulo Henrique Costa foi preso em meio a investigações que envolvem governança de instituições financeiras públicas e privadas. A PF cumpre diligências no Distrito Federal e em São Paulo para reunir evidências adicionais.
O STF autorizou os mandados e embasou as medidas com base em indícios coletados até o momento. As apurações continuam para esclarecer o papel de cada envolvido e as possíveis ligações entre as instituições mencionadas.
A PF não divulgou detalhes adicionais sobre a motivação das prisões nem sobre o andamento da quarta fase da operação. O desdobramento do caso deve revelar próximos passos das investigações e eventuais novas medidas judiciais.
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