O ministro da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), José Guimarães, afirmou nesta quinta-feira que abandonar a pré-candidatura ao Senado pelo Ceará foi uma decisão dolorosa. Em café com jornalistas, ele disse que não houve possibilidade de concorrer e que aceitou um pedido feito pelo presidente Lula.
Guimarães explicou que o impedimento não veio de sua vontade, e sim do cenário político no Ceará. Ele afirmou ter tomado a decisão de forma consciente para apoiar um projeto de governo, mesmo que o PT o apoiaria na eventual disputa.
O ministro relatou ainda que o voto expressaria um custo político elevado para o partido caso resultasse em derrota. Segundo ele, a prioridade foi atender ao apelo do presidente, preservando o andamento da agenda do governo.
Contexto e desdobramentos
A decisão envolve mudanças na composição do Executivo e impacta a atuação do governo federal no estado. Guimarães deixou claro que a escolha foi orientada pela necessidade de manter o ritmo de medidas já anunciadas pela administração federal.
Ainda segundo o ministro, a transição visa fortalecer a articulação política entre os setores do governo e ampliar a implementação de projetos prioritários. O anúncio ocorreu durante reuniões com a imprensa, sem que haja prazo para mudanças adicionais.
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