O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) moveu uma ação civil pública por improbidade administrativa contra o ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, relacionada ao caso conhecido como Cão Orelha. A ação foi protocolada na última segunda-feira, 13, e tramita em sigilo. Gabriel deixou o cargo em fevereiro, sendo substituído por Marcelo Sampaio Nogueira.
A ação prevê indenização por dano moral coletivo. O MPSC não detalhou o conteúdo do processo devido ao segredo de justiça. Em 13 de março, a instituição instaurou um inquérito para investigar conduta de Ulisses Gabriel no caso. No dia 20 de março, o pedido de afastamento foi arquivado por ausência de comprovação de irregularidades.
Desdobramentos do caso Orelha
A investigação da Polícia Civil sobre a morte de Orelha apontou um adolescente como agressor, com internação solicitada. Além disso, três pessoas foram indiciadas por coação, por supostamente ameaçarem um porteiro de um condomínio da Praia Brava, onde o cão foi morto. O inquérito, agora, está com o MPSC, que solicitou diligências complementares à Polícia Civil por considerar lacunas no material reunido.
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