Após retornar ao sistema prisional por decisão do STF, a defesa de Monique Medeiros informou que vai solicitar à direção da unidade autorização para que o gato Hércules acompanhe a detenta na cadeia. O animal, que acompanha Monique desde a primeira detenção, não pôde retornar ao presídio com a cliente.
Monique foi encaminhada novamente à penitenciária Talavera Bruce, em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, após a retomada da prisão preventiva. O pedido de acompanhamento do animal está em análise pela direção da unidade, com possibilidade de recurso à Justiça caso seja negado.
O gato, com mais de três anos, tornou-se parte da rotina da cela durante o período anterior de detenção. A defesa afirma que Hércules oferece conforto emocional em um ambiente de privação de liberdade, especialmente diante de condições de calor e confinamento relatadas pela cliente.
Situação atual e próximos passos
Monique cumpre prisão em cela individual, em razão de ameaças sofridas no cárcere, segundo a defesa. A rotina segue critérios já aplicados a detentas, com início do dia entre 7h e 7h30 e refeições distribuídas ao longo do dia, com variações no horário conforme a unidade.
Após a entrega, realizada na manhã desta segunda-feira, Monique passou por exame de corpo de delito no IML e foi encaminhada à Central de Custódia, no Benfica, antes de ser transferida para Bangu. A defesa manterá o pedido de autorização para o acompanhamento do animal, com eventual recurso judicial caso haja negativa.
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