Gilmar Mendes pediu a inclusão de Romeu Zema no inquérito das Fake News, após cobrar silêncio do ex-governador e pré-candidato. A solicitação foi encaminhada como notícia-crime a Alexandre de Moraes.
Zema havia compartilhado um vídeo em que fantoches representando Mendes e Dias Toffoli simulavam uma conversa sobre quebra de sigilo. O episódio é citado como exemplo da sátira política alvo de críticas.
O inquérito citado envolve suposta difusão de notícias falsas. A CPI do Crime Organizado no Senado investigou a Maridt Participações, empresa ligada aos Toffoli, com participação no resort Tayayá.
Contexto do caso
A CPI havia decidido pela quebra de sigilo da empresa e de familiares. Parte das ações envolve venda de cotas a fundo ligado a um banqueiro, sob suspeitas de lavagem de dinheiro.
Em 2021, a Maridt apresentou recurso para evitar análise de dados, envolvendo uma ação arquivada em 2023. O caso acabou abrindo novo debate sobre uso de sigilos e impactos institucionais.
A notícia-crime de Gilmar Mendes contra Zema foi encaminhada à PGR, que ainda não se pronunciou. A defesa de Zema afirma que não houve crime concreto relacionado aos fatos descritos.
Entre na conversa da comunidade