O ministro Alexandre de Moraes, do STF, prorroga por 60 dias o inquérito que investiga o influenciador Monark por suposta desobediência a ordens judiciais. A decisão atende a pedido da Polícia Federal, que pediu mais tempo para concluir diligências.
A PF solicitou o prazo adicional para finalizar o relatório e, sobretudo, avançar nas diligências pendentes. Moraes afirmou que a prorrogação é necessária para prosseguir com as investigações.
O inquérito apura se Monark descumpriu decisões do STF que determinaram o bloqueio de perfis em redes sociais e a suspensão da divulgação de conteúdos considerados irregulares. As medidas estão relacionadas aos atos extremistas de 8 de janeiro.
O STF adotou ações após os ataques, incluindo a preservação de dados de contas que divulgaram conteúdos associados aos fatos. A prorrogação mantém o andamento das apurações para esclarecer responsabilidades.
A investigação tramita no âmbito do STF e envolve a Polícia Federal na coleta de provas e diligências. Não houve conclusão sobre novas etapas ou prazos além do período de 60 dias, conforme a decisão de Moraes.
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