Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moraes prorroga em 60 dias investigação sobre Monark por desobediência a ordem

Moraes prorroga por sessenta dias o inquérito de Monark por desobediência a decisões judiciais; PF amplia diligências sobre bloqueio de redes e desinformação

Monark é investigado por suposta desobediência a ordens judiciais
0:00
Carregando...
0:00

O ministro Alexandre de Moraes do STF autorizou a prorrogação por 60 dias do inquérito que investiga o influenciador Bruno Aiub, o Monark, por suposto descumprimento de decisões judiciais relacionadas a publicações nas redes. A lei de desinformação e o bloqueio de conteúdos estão no foco da apuração.

A Polícia Federal solicitou mais tempo para concluir as diligências, afirmando que ainda há etapas pendentes. O pedido de prorrogação foi aceito pelo STF, que confirmou a necessidade de ampliar o prazo para finalizar a investigação.

O inquérito tem como base denúncias de que Monark desobedeceu ordens que determinaram o bloqueio de suas páginas e a abstenção de divulgar notícias falsas. Entre as ações citadas estão publicações em diversas plataformas, com suposta disseminação de desinformação.

Detalhes da investigação

Relatórios do TSE indicaram que o influenciador utilizou a plataforma Rumble para veicular entrevista com o deputado Filipe Barros, contendo informações contestadas sobre as instituições eleitorais. Moraes pediu novo bloqueio e acompanhamento de publicações.

Segundo o magistrado, novas informações apontam perfis ativos em nome de Monark no Twitter, Facebook, YouTube, TikTok e Rumble, nos quais ele defendia ideias consideradas ilegais e antidemocráticas. Também foi citado o uso de falhas de moderação do Spotify para monetizar o podcast MonarkTalks.

A prorrogação e as diligências visam esclarecer se houve descumprimento reiterado de decisões judiciais. A PF deve encaminhar ao STF as conclusões finais após o novo prazo. Monark deixou o Flow após defender posições polêmicas, que motivaram denúncia por discurso de ódio em 2024.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais