A Polícia Federal pediu a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Raphael Sousa Oliveira e outros investigados, após o STJ determinar a soltura de alguns envolvidos. A PF sustenta que a liberdade colocaria em risco a continuidade de atividades ilícitas, diante de um suposto sistema de reciclagem de capitais.
Segundo a corporação, a magnitude dos valores movimentados, a sofisticação do esquema e a atuação coordenada indicam uma organização criminosa capaz de se recompor rapidamente. A PF afirma que a libertação poderia favorecer a continuidade das operações criminosas.
A PF ressalta que ainda está em andamento a análise dos materiais apreendidos, como dispositivos eletrônicos e documentos. Exames, conforme a investigação, vêm indicando vínculos com a prática reiterada de lavagem de dinheiro.
De acordo com o órgão, as movimentações envolvem grandes quantias em espécie, transferências e criptoativos, tanto no Brasil quanto no exterior. A polícia aponta possível uso de apostas ilegais e rifas digitais como caminho para a lavagem.
A operação que levou à prisão ocorreu no dia 15, no âmbito da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal. O grupo é investigado por suposta participação em uma organização criminosa estruturada.
Detenção e próximos passos
A PF indica que as diligências concentram-se em diligências técnicas complexas e na extração de dados telemáticos e financeiros ligados aos investigados. A decisão sobre a prisão preventiva ainda depende de avaliações judiciais em curso.
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