Em 23 de abril de 2026, o Brasil tem seis ex-presidentes vivos. Mesmo longe do Palácio do Planalto, eles mantêm influência política, comandam instituições internacionais ou enfrentam restrições judiciais, como a prisão domiciliar por condenações do STF.
Quais ex-presidentes cumprem prisão domiciliar hoje? Jair Bolsonaro e Fernando Collor estão em prisão domiciliar por motivos humanitários. Bolsonaro recebeu pena de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado. Collor cumpre oito anos e dez meses por corrupção e lavagem de dinheiro. O afastamento domiciliar decorre de complicações de saúde.
Como ficam os ex-presidentes mais antigos? José Sarney, aos 95, atua como autor literário e é membro da Academia Brasileira de Letras. Fernando Henrique Cardoso teve interdição judicial em abril de 2026, após diagnóstico de declínio cognitivo ligado ao Alzheimer, com um filho respondendo por seus atos civis.
Qual é a atuação internacional de Dilma Rousseff? Dilma preside o Novo Banco de Desenvolvimento, o Banco dos BRICS. Reeleita em 2025 para mais um mandato de cinco anos, é hoje a ex-presidente com maior projeção executiva fora do Brasil, contando com apoio de líderes internacionais.
Michel Temer segue ativo politicamente? Sim. Entre assessorias e consultorias, ele atua como articulador em temas sensíveis, como regulação de plataformas digitais e propostas de pacificação jurídica. Recentemente, participou de debates sobre redução de penas em atos de 8 de janeiro de 2023.
Quanto custa manter a estrutura dos ex-presidentes? A lei assegura assessores, seguranças e veículos oficiais. Em 2025, o custo total superou R$ 9,5 milhões. Dilma Rousseff liderou gastos, seguida por Collor; FHC foi o mais econômico por não usar passagens aéreas.
Conteúdo e apuração? As informações tiveram origem na equipe de repórteres da Gazeta do Povo. A reportagem completa pode ser lida para aprofundar o tema, com dados adicionais sobre cada ex-presidente.
Entre na conversa da comunidade