Adriana Venturini ganha força como possível substituta na Advocacia-Geral da União (AGU). A chefe da Procuradoria-Geral Federal é destacada por sua atuação junto a diferentes tribunais, especialmente o STF, e pelo tempo de casa, apontados como diferenciais. O presidente Lula sinaliza preferência por uma mulher servidora de carreira.
Segundo fontes do governo, a ideia é indicar uma profissional que possua trânsito relevante no STF e experiência na AGU. Venturini liderou a atuação da gestão federal em temas como a revisão da vida toda, contribuindo para ganhos financeiros ao erário.
Venturini acumula 24 anos na AGU, tendo chefiado a Procuradoria Regional Federal da 1ª Região por oito anos e ocupado o cargo atual desde o primeiro concurso da instituição. Essa trajetória é vista como robusta para a indicação.
Contexto político e cenários
Lula tem sido aconselhado por auxiliares a priorizar mulheres para cargos altos, especialmente após a sinalização de que o governo pode trazer mais equidade de gênero. Outros nomes cotados incluem Anelize Almeida, Isabela Cartaxo e Clarice Calixto.
A indicação depende da aprovação do Senado. A sabatina de Jorge Messias, cotado para o STF, está marcada para a próxima terça (28). Para aprovação no Senado, Messias precisa de votos suficientes no plenário.
Dinâmica da escolha
A depender da sabatina de Messias, a decisão sobre a vaga da AGU deve ocorrer após a confirmação do indicado pelo Senado. A expectativa é que Lula apresente uma mulher servidora de carreira entre as opções avaliadas pela equipe.
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